SISTEMA DE GESTÃO PARA LOTEADORAS E INCORPORADORAS

Da prospecção à quitação, sua operação inteira em um só sistema.

Comercial, disponibilidade, propostas, contratos, comissões, recebíveis, cobrança, fiscal e pós-venda funcionando sobre uma única base de dados. Sem integrar sistemas diferentes. Sem relançar a mesma informação em cada área.

Construído para loteamentos e incorporações. Não é um sistema genérico com um módulo adaptado para o setor.

Para empresas que vendem hoje e administram a relação contratual pelos próximos anos.

Espelho de Vendas · Quadra 07 — Residencial Alto da Serra

ATUALIZADO PELA PRÓPRIA OPERAÇÃO

Carteira de recebíveis

R$ 184,2 mi em contratos ativos

A mesma venda que nasceu no espelho já chega aqui — sem redigitação.

Empresas que vivem essa operação todos os dias confiam na Delta.

CLIENTE 01

CLIENTE 02

CLIENTE 03

CLIENTE 04

CLIENTE 05

+X empresas

+X usuários

X anos de operação

O RETRATO

Um sistema para cada área. E nenhum deles enxerga a operação inteira.

Se a sua empresa cresceu nos últimos anos, provavelmente a estrutura ficou parecida com esta:

CRM

O comercial acompanha leads, atendimentos e propostas.

Planilha

A disponibilidade das unidades é controlada à parte.

Sistema financeiro

A carteira de recebíveis e as parcelas ficam aqui.

Ferramenta de cobrança

A inadimplência é tratada em outro lugar.

BI / Relatórios

A diretoria acompanha por um painel montado depois.

Entre uma caixa e outra existe uma integração. Ou uma pessoa relançando informação.

Nenhum desses sistemas está errado. Cada um faz bem aquilo para o que foi criado.

O problema é que nenhum deles enxerga a operação inteira — e a sua empresa precisa exatamente disso.

RECONHECE ESSAS CENAS?

A venda é uma só. Mas cada área precisa montá-la de novo.

01

A unidade ainda está disponível?

O corretor está com o cliente pronto para avançar. Antes de seguir, precisa confirmar em outro sistema, mandar uma mensagem ou abrir a planilha. A venda para e espera pela informação.

02

A proposta aprovada chegou ao contrato?

Valores, entrada, parcelas e condições já foram negociados. Agora alguém digita tudo de novo para gerar o contrato e calcular as comissões. O que já estava decidido é digitado outra vez.

03

O financeiro sabe como a venda foi feita?

A carteira recebe o resultado de uma negociação que aconteceu em outro sistema. Antes de administrar as parcelas, alguém precisa descobrir como aquela venda foi montada.

04

O cliente pediu uma informação simples.

Parcela em aberto. Comprovante de pagamento. Segunda via de boleto. Informe para o Imposto de Renda. A empresa tem tudo isso. Mas alguém precisa parar o que está fazendo para encontrar e enviar.

Isso não é retrabalho pontual. É a mesma venda sendo montada quatro vezes, por quatro áreas diferentes, a partir de quatro versões diferentes.

A CONSEQUÊNCIA

O problema não aparece na rotina. Aparece na hora de decidir.

Quando a mesma informação precisa ser lançada em mais de um lugar, sempre acontece a mesma sequência:

01

A informação é lançada duas vezes.

No CRM e no financeiro. Na planilha e no contrato. No sistema e no relatório.

02

Duas versões passam a existir.

Não porque alguém errou. Porque foram lançadas em momentos diferentes, por pessoas diferentes, com critérios diferentes.

03

Alguém precisa descobrir qual está certa.

Conferência manual, comparação de relatórios, reunião para alinhar número. Trabalho que não produz nada — só confirma o que já deveria estar confirmado.

04

A decisão acontece sobre um número montado.

E todo número montado tem atraso e interpretação embutidos.

É por isso que a diretoria de uma empresa que vende bem ainda pode não confiar totalmente nos próprios números.

Não falta informação. Falta uma versão única dela.

O custo disso raramente aparece em um relatório. Aparece na venda que avançou sobre uma unidade já reservada, na comissão paga a mais, no repasse que atrasou e na decisão tomada com quinze dias de defasagem.

Quanto maior o VGV, maior o custo de cada ponto de divergência.

O QUE A MAIORIA TENTA PRIMEIRO

Integrar sistemas não resolve. Só automatiza a divergência.

Quase toda empresa tenta o mesmo caminho: contratar integrações entre os sistemas que já existem. Faz sentido — e ajuda. Mas integração faz uma coisa só: transporta informação de um sistema para outro.


Ela não decide qual informação está certa. Se o comercial e o financeiro começam em bases diferentes, a integração continua levando dados entre duas versões que nasceram separadas. Quando elas divergem, a pergunta volta: qual está certa?


É isso que chamamos de gestão por conciliação — quando a empresa gasta energia todos os meses para descobrir o que já deveria saber.

Integração

  • Copia a informação de um sistema para outro

  • Duas versões que precisam bater

  • A empresa confere antes de usar

  • Mais sistemas, mais pontos de conferência

Base única

  • A informação existe em um lugar só

  • Uma versão que evolui

  • A empresa usa direto

  • Mais processos, mesma origem

Na Delta, comercial, contratos, financeiro, cobrança, fiscal e pós-venda não são sistemas conectados. São etapas do mesmo sistema.

A informação nasce na primeira negociação e segue adiante, sendo reconhecida por cada etapa seguinte, sem ser digitada de novo e sem virar uma nova versão.

Integração conecta sistemas. Governança mantém a empresa inteira respondendo à mesma realidade.

OS DOIS CAMINHOS DO MERCADO

Quase todo sistema do setor nasceu de um lado da operação e cresceu para o outro.

Se você já testou várias ferramentas e continuou com o mesmo problema, existe uma explicação estrutural.

Os que começaram no comercial

CRMs criados para organizar leads, atendimento e reservas. Funcionam bem até a venda. Depois precisam se estender para contratos, recebíveis e cobrança — território que não estava no projeto original.

Os que começaram no financeiro

Sistemas criados para administrar carteira, parcelas, reajustes e obrigações fiscais. Funcionam bem depois do contrato. Depois precisam se estender para o comercial — território que não estava no projeto original.

Nos dois casos, o sistema tem um lado nativo e um lado adaptado. E é exatamente na costura entre eles que a informação precisa ser digitada de novo.

A Delta não estende um lado até o outro. Foi construída, desde o início, para tratar a operação inteira como uma coisa só.

A pergunta não é quantos módulos o sistema tem. É onde ele precisa costurar.

DA PROSPECÇÃO À QUITAÇÃO

Uma operação que continua, mesmo quando a venda muda de etapa.

Lead e CRM

Empreendimento e disponibilidade

Simulação e proposta

Venda

Contrato e assinatura

Comissões

Recebíveis

Reajustes e movimentações

Cobrança

Fiscal

Pós-venda

Quitação

UMA ÚNICA BASE DE DADOS

Cada etapa acrescenta informação à operação. Nenhuma precisa refazer a anterior.

E cada uma dessas etapas foi construída para este setor. Um sistema genérico precisa ser adaptado para entender como uma loteadora funciona. A Delta já nasceu dentro dessa operação. Isso aparece em coisas que só existem aqui:

Espelho de vendas por quadra e lote

Simulação de fluxo de pagamento antes da proposta

Comissão por venda com regras e split

Reajuste automático por índice em contrato de longo prazo

Aditivo, cessão e distrato com reflexo financeiro

Carteira própria de recebíveis

DIMOB

Repasse

Portal do comprador

Um sistema genérico vai aprender o seu setor durante a implantação. Aprender custa tempo da sua equipe, não da equipe dele.

A UNIDADE, A RESERVA E A PROPOSTA NO MESMO LUGAR

Se o corretor precisa confirmar a disponibilidade, a venda já começou atrasada.

Quadra 12 · 24 unidades · atualização em tempo real

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